Esse é o canal de comunicação e formação continuada da escola. Criado nestes tempos incertos em que vivemos, porém com o propósito de ser permanente espaço de fala e reflexão para nós, que nos comprometemos com a educação e em sermos melhores a cada dia!
"Se estivermos vigilantes, não passará um só dia sem que aconteça um milagre em nossas vidas.”
Rudolf Steiner
Consciência Negra
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Algumas palavras, com as quais concordamos, sobre a Consciência Negra:
"É importante não tratar da história e cultura africana e afro-brasileira a partir unicamente da história da escravidão. "É um equívoco representar só o lugar da dor e do sofrimento, como se não houvesse resistência ao longo desses 300 anos [de escravidão], porque reforça uma ideia de que as pessoas negras são fracassadas", afirma a professora Gina.
“Nosso país que tem na sua base histórica mais de 300 anos como um país escravocrata, deixamos de ser um país escravocrata há 130 anos”, afirma Gina. Por isso, ainda é preciso garantir momentos específicos para pensar essas relações e garantir a representatividade da história e cultura africana e afro-brasileira. Ela também conta que um dos maiores aprendizados, além de conhecer as narrativas, foi ouvir as crianças e aprender com elas. Os alunos relataram suas experiências de vida, conversaram sobre a beleza negra, autoestima, autoimagem, tudo a partir da realidade e histórias delas.
Adaptado de: Artigo: 10 perguntas e respostas sobre o trabalho com as relações étnico raciais na escola Acesso: https://novaescola.org.br/conteudo/19872/consciencia-negra-10-perguntas-e-respostas-sobre-o-trabalho-com-as-relacoes-etnico-raciais-na-escola
A professora Ana Flávia, do 5o ano B, ressaltou com a turma, um dos aspectos da beleza afro, após discussões e problematizações sobre a cultura afro no Brasil. Como produto final, foram incentivados a mostrar artisticamente, os famosos "cabelo black".
A turma também conheceu o jogo da tradição africana "Mancala" excelente para estimular o raciocínio lógico matemático, trabalhando com diversas habilidades ao mesmo tempo, como estimativa e contagem, antecipação de estratégias, desenvolvimento de operações básicas, dentre outras. Esse jogo ancestral é mesmo considerado como o xadrez das sociedades africanas antigas que o jogavam com pedras, conchas, sementes, cavando buracos na areia ou solo, dai o nome de "cova" dado ao reservatório de peças.
Se você quer conhecer um pouco mais sobre o jogo, veja as instruções a seguir:
Número de jogadores: 2 Material: 36 sementes e um tabuleiro com 12 cavas pequenas e dois oásis (cavas maiores que servem de reservatório). Objetivo: colocar o maior número de sementes no próprio oásis. Entenda a dinâmica
Os jogadores sentam-se frente a frente e ficam com o oásis à sua direita. Em seguida, cada um distribui 18 sementes em suas seis cavas (três em cada). No início, o oásis fica vazio.
Quem começa escolhe uma das cavas do seu campo, pega todas as sementes dela e as distribui, uma a uma, nas cavas seguintes, caminhando no sentido anti-horário.
Se passar pelo próprio oásis, o jogador deixa uma semente nele e segue colocando as demais no campo adversário, mas nunca no oásis de lá. Se a última semente cair no próprio oásis, ele pode fazer outra jogada. Se ela cair em uma cava vazia, ele pode adicionar ao seu oásis todas as sementes da cava seguinte.
Quando as sementes se reduzirem a ponto de não ser mais possível semear o campo adversário, os jogadores recolhem suas sobras, juntam ao seu oásis e contam. Quem tiver mais, ganha.
Extraído de: https://novaescola.org.br/conteudo/18554/aprenda-a-jogar-mancala-e-faca-o-download-do-tabuleiro
O Isaque, do 5o ano B, gravou um vídeo instrucional sobre o jogo:
Durante o mês de novembro, em homenagem a essa data tão especial, a equipe do 1° ano convidou as crianças a refletirem sobre temas primordiais, como o RESPEITO e a IGUALDADE.
Foram oferecidos vídeos e leituras voltados à valorização do povo africano, que contribuiu ricamente para a formação de nossa cultura.
Para tornar o ensino remoto dinâmico e interessante, nossos professores têm investido em propostas que visam tornar esse ensino "vivo" dentro das possibilidades de cada núcleo familiar. Nas aulas de Matemática, por exemplo, algumas atividades práticas que seriam feitas na escola normalmente, foram sugeridas para casa. Confecção de dados para jogos: Os dados confeccionados podem servir para diversas atividades. A turma usou inicialmente, nas atividades a seguir: Vejam alguns dados prontos:
Os alunos do 5B, da professora Ana Flávia, divertiram-se realizando a atividade de arte em estêncil. O estêncil surgiu na época do Império Romano, porém tornou-se popular nos anos 60 como arte de rua, sendo similar ao graffiti. Arte em estêncil consiste em projectar/imprimir desenhos através de formas variadas de recorte em uma superfície neutra com o intuído de estampar e colorir tal superfície escolhida.
As cem linguagens da criança- Loris Malaguzzi* A criança é feita de cem. A criança tem cem mãos, cem pensamentos, cem modos de pensar, de jogar e de falar. Cem, sempre cem modos de escutar as maravilhas de amar. Cem alegrias para cantar e compreender. Cem mundos para descobrir. Cem mundos para inventar. Cem mundos para sonhar. A criança tem cem linguagens (e depois, cem, cem, cem), mas roubaram-lhe noventa e nove. A escola e a cultura separam-lhe a cabeça do corpo. Dizem-lhe: de pensar sem as mãos, de fazer sem a cabeça, de escutar e de não falar, De compreender sem alegrias, de amar e maravilhar-se só na Páscoa e no Natal. Dizem-lhe: de descobrir o mundo que já existe e, de cem, roubaram-lhe noventa e nove. Dizem-lhe: que o jogo e o trabalho, a realidade e a fantasia, a ciência e a imaginação, O céu e a terra, a razão e o sonho, são coisas que não estão juntas. Dizem-lhe: que as cem não existem. A criança diz: ao contrário, as cem existem. *Loris Malaguzzi, profess...
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